Esse velho de andar cansado,
Já com respiração ofegante,
foi jovem, e como tu elegante.
Mas o tempo não perdoa,
deixa em nós suas marcas.
Seu rosto de rugas ficou marcado,
o olhar já um pouco alienante,
e, os pensamentos que amontoa,
de saudades, seus olhos encharca.
Quando vires esse velho, peças para te abençoar.
Pois um dia olhando-te ao espelho desse velho;
tu vais lembrar.