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A Que Não Se Vê

© Marlène Tavares

Eu sou a que não se vê
eu sou a que ninguém chama.
Alma que não se lê,
que só por amor clama.

Pela vida magoada
vivendo sem muita razão.
Sentindo-se ultrajada
pelas mágoas do coração.

Eu sou aquela que escreve
sem nenhuma pretensão.
Sou poeta que apenas pede
pelos seus erros; perdão!


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