Eu sou a que não se vê
eu sou a que ninguém chama.
Alma que não se lê,
que só por amor clama.
Pela vida magoada
vivendo sem muita razão.
Sentindo-se ultrajada
pelas mágoas do coração.
Eu sou aquela que escreve
sem nenhuma pretensão.
Sou poeta que apenas pede
pelos seus erros; perdão!